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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Expectativas

Ai desses corações que exigem tanto
Pois hão de ter menos que pretendem

Se há uma lição que ensina o tempo
Esta há de ser a da verdade
De que expectativas servem nada mais que de consolo
Aos olhos e mentes - e o peito - que tanta sede
Têm de achar o que lhes compraz

Mas de tudo o que resta é a ilusão
A fé que aos poucos vira cinza
E da cinza, muitas vezes, vem a raiva
Criada pelos olhos e a mente - e também o coração.
Pois de tudo o que tinham planejado, restar-lhes-á, apenas,
A dura e crua, talvez doce, realidade.

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