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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Holocausto

Eu não sei porque tive necessidade física de colocar essas imagens no mínimo lastimáveis aqui.
Porque perdi o compasso da respiração e faltou oxigênio no peito, enquanto as cenas passavam.
Eu não sei o que eu posso fazer ainda, eu vou fazer. Eu enxergo isso. Aqui, acima, abaixo, do outro lado do mundo, eu quero brigar. Porque essa arrogância toda, essa prepotência nojenta e injusta, não pode prevalecer. O Estado NÃO TEM o direito de usar o poder que adquiriu (e, salientemos, que adquiriu APENAS para dispor bem-estar social!) em benefício exclusivo próprio, ignorando o direito do ser humano de EXISTIR!!! E fodam-se os desacreditados, os conformados e os fracos de espírito.


CONSIDERANDO que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da familia humana e seus direitos iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo, CONSIDERANDO que o desprezo e o desrespeito pelos direitos do homem resultaram em atos bárbaros que ultrajaram a consciência da Humanidade, e que o advento de um mundo em que os homens gozem de liberdade de palavra, de crença e da liberdade de viverem a salvo do temor e da necessidade, CONSIDERANDO ser essencial que os direitos do homem sejam protegidos pelo império da lei, para que o homem não seja compelido, como último recurso, à rebelião contra a tirania e a opressão, CONSIDERANDO ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, sua fé nos direitos do homem e da mulher, e que decidiram promover o progresso social e melhores condições de vida em uma liberdade mais ampla, CONSIDERANDO que os Estados Membros se comprometeram a promover, em cooperação com as Nações Unidas, o respeito universal aos direitos e liberdades fundamentais do homem e a observância desses direitos e liberdades, CONSIDERANDO que uma compreensão comum desses direitos e liberdades é da mais alta importância para o pleno cumprimento desse compromisso,
A Assembléia Geral das Nações Unidas proclama a presente "Declaração Universal dos Direitos do Homem" como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.

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